
Mudanças são vistas durante toda a história da humanidade. Não há como negar que hoje somos aquilo que nossos antepassados construíram. Somos frutos de erros e acertos daqueles que tentaram pensar no futuro de seus filhos, do mesmo modo como nós atualmente o fazemos.
Desde o início do século 20 fatos que marcam toda a história vêm acontecendo em um ritmo extremamente acelerado, não dando tempo de descanso para os homens analisarem suas reais intenções e conseqüências. Assim, a sociedade vem criando uma forma de desenvolvimento que muitas vezes não tende a apenas progredir.
À medida que a globalização vai se expandindo e os países vão se concretizando politicamente, economicamente e historicamente, vemos falhas que geram um colapso no século em que vivemos. São noticiados para a população os acontecimentos que marcam nosso mundo contemporâneo. A queda das torres gêmeas do World Trade Center significou um grande buraco no contexto econômico global. A guerra pelo petróleo nos países árabes causa caos na estabilidade política e cultural do povo que lá habita. As catástrofes naturais, como chuvas, terremotos, vêm destruindo grande parte do habitat natural do homem. Dentre esses acontecimentos marcantes, vemos influência antrópica e natural agindo sobre eles, determinando-os como processos lentos, como é o caso da formação de guerras, e rápidos, como os desastres naturais.
O ser social chamado homem está perdendo sua estabilidade racional e criando um mundo que ele não desejaria nem mesmo para seu pior inimigo. Já dizia o compositor Billie Joe: “No colapso do século 21 me perdi e nunca fui encontrado. Acho que estou agora perdendo o que restou da minha mente no século 20”.Até que ponto as ações humanas são corretas? Por esse motivo estamos construindo um futuro incerto, imprevisível, cheio de interferências que mudarão todo o destino do planeta.
A questão é que estamos lidando com seres diferentes; de pensamentos diferentes, e assim acaba por ser cada um alimentando seu próprio interesse. O mundo sendo visto como um todo acaba sendo deixado de lado, como se não houvesse a necessidade de um consenso geral para que essas diferenças não se sobressaiam e a humanidade tenda a sempre progredir. Não seria fácil, mas o resultado para aqueles que conscientizarem com essa idéia será, no mínimo, de muita vantagem, pois estaremos construindo o mundo ideal para aqueles que estarão no nosso lugar.
Desde o início do século 20 fatos que marcam toda a história vêm acontecendo em um ritmo extremamente acelerado, não dando tempo de descanso para os homens analisarem suas reais intenções e conseqüências. Assim, a sociedade vem criando uma forma de desenvolvimento que muitas vezes não tende a apenas progredir.
À medida que a globalização vai se expandindo e os países vão se concretizando politicamente, economicamente e historicamente, vemos falhas que geram um colapso no século em que vivemos. São noticiados para a população os acontecimentos que marcam nosso mundo contemporâneo. A queda das torres gêmeas do World Trade Center significou um grande buraco no contexto econômico global. A guerra pelo petróleo nos países árabes causa caos na estabilidade política e cultural do povo que lá habita. As catástrofes naturais, como chuvas, terremotos, vêm destruindo grande parte do habitat natural do homem. Dentre esses acontecimentos marcantes, vemos influência antrópica e natural agindo sobre eles, determinando-os como processos lentos, como é o caso da formação de guerras, e rápidos, como os desastres naturais.
O ser social chamado homem está perdendo sua estabilidade racional e criando um mundo que ele não desejaria nem mesmo para seu pior inimigo. Já dizia o compositor Billie Joe: “No colapso do século 21 me perdi e nunca fui encontrado. Acho que estou agora perdendo o que restou da minha mente no século 20”.Até que ponto as ações humanas são corretas? Por esse motivo estamos construindo um futuro incerto, imprevisível, cheio de interferências que mudarão todo o destino do planeta.
A questão é que estamos lidando com seres diferentes; de pensamentos diferentes, e assim acaba por ser cada um alimentando seu próprio interesse. O mundo sendo visto como um todo acaba sendo deixado de lado, como se não houvesse a necessidade de um consenso geral para que essas diferenças não se sobressaiam e a humanidade tenda a sempre progredir. Não seria fácil, mas o resultado para aqueles que conscientizarem com essa idéia será, no mínimo, de muita vantagem, pois estaremos construindo o mundo ideal para aqueles que estarão no nosso lugar.

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