Imaginem que todos nós, cansados de ouvir sobre aquecimento global, decidimos tomar atitudes que mudarão o curso para o drástico fim que aguarda o nosso planeta. Daríamos o nome a essas atitudes de sustentabilidade.
Para começar, replantaríamos todas as árvores que antes desmatamos. Despoluiríamos todos os rios e mares. Acabaríamos com as queimadas que enchem nossos pulmões de toxinas. Exterminaríamos os carros que fazem combustão e liberam CO² na nossa atmosfera. E para sancionar de vez a intensa mudança, criaríamos uma lei que punisse aqueles que quebrassem qualquer uma das regras.
Lendo essas ideias com atenção, percebe-se um detalhe: tudo dito acima já foi articulado por nós, e nada mudou. Tudo continua sujo. O nosso ar cada vez mais cinza. Nossos campos, menos vida.
O homem (não tão) racional do século XXI não se importa com o ar que respira e sim com o que ganha se ainda pode respirar. Retomando às ideias dos filósofos iluministas, somos inclinados a concordar com suas afirmações de que o homem é egoísta por natureza. Estamos em uma era capitalista, e o bem estar material traz consigo inúmeras depredações causadas ao meio ambiente.
A geração responsável pela efetivação da mudança que o mundo precisa é a dos jovens. Eles são os ideários, pais, filósofos, avós, empresários do futuro. É necessária a implantação de maiores investimentos na área da educação para que os mais novos tenham acesso direto e ilimitado à informação.
Tomando consciência disso, reverteríamos a agravante situação do nosso planeta. Afinal, queremos respirar aliviados. Mas para isso não podemos ficar apenas no futuro do presente, sem agir de forma alguma.
O Homem que Coleciona Nuvens
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O Homem que Coleciona Nuvens Todo fim de tarde, Seu Orlando sobe no telhado
com uma câmera antiga e fotografa o céu. Não publica, não revela, apenas
guarda...
Há 5 meses

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